terça-feira, 5 de dezembro de 2017

meu seminário

lei da ES no brasil
a rede  da ES

introdução
 a educação profissional no IFs
A educação popular
concepção do curso
a problematização dos alunos
a situação de vulnerabilidade?
 -catador
- Iole                                        curso artesãs Iole
-Aldeia
- cuidador idoso

gestão da incubadora
-artigo e-ces
-aquele manual da incubadora

A incubadora popular e solidaria IFSC Araranguá
- falar do proninc

aprenda vagalume
- fala das políticas em ES
- fala do papel da incubadora na IES
as estratégias de incubação
frança filho
mondragon
qual a importância da educação para aeconomia solidária
projeto da incubadora
os vários tiposs de economia~
caetana de cali

nas discuções>:
potencialidades apontadas
-> realmente o início de curso com pessoas querendo participar de uma associação ou cooperativismo aumentam a inserção e o sucesso do curso
O salto profissionalizante foi dado, os estudantes estão usando seus conhecimentos e habilidades para realizar atividades para produzir e obter/ realizar atividades relativas a obtenção de artigos e serviços para a dádiva, reciprocidade, caridade e para a venda. o que falta é conseguir continuar, unir os egressos dentro da incxubadora para desenvolvimento pleno de uma associação7cooperativa.

a rede e o envolvimento a rede, as outras incubadoras, outras experiências
gestão da nossa incubadora
planejamento dos cursos
o caso do curso de artesãs7cuidador de idoso
- indices de politicas publicas
- os potencias
- as conversas c as alunas desde o princípio
- continuação c alunos indo ao curso da senaes

Politicamentepara ES são importantes para q ela se sobreponha, q não sucumba as formações
leis federais municipais apoio
- ES
- cooperativa
- educação popular
- educação profissional
- educação nos cursos superiores
- educação nos cursos superiores
- caso de mondragon c/ centro de treinamento e gestão em ES fora os demais cursos
- Neste ponto como gerar os princípios de gestão, as minôes, como abraçar mais gestores, profissionais na ITEPS.
-  josé roberto gestão em economia solidária

como formar os gestores e professores em economia solidária
mestrado em educação
mestrado em desenvolvimento sustentável UNESC

O que é a incubadora
qual a estratégia
se baseia em q?
Mondragon
Paulo Freire
França Filho

Politicas da ES
gestão da ESgestores
professores


formação dos professores
planejamento

 educação cooperativa
educação popular
economia solidária
estratégia didática de curso

outras experiencia PAEPS Furb

diretrizes como mobilizar apara a economia solidária

um problema
solução

a rede pode funcionar para o bem e para o mal?
foi nada disso
foi
 identidade, memória e modo de produzir indígena - guarani e wai wai

Mariza meu poço de aprendizado acho q tenho culpa no cartório adoro discutir e acabo provocando... faço isso pq assim aprendo mais dentre os debates c as ideias diferentes... Mariza, até os catedráticos tem divergências... o q vale é a sustentação das ideias, os argumentos utilizados... por isso adoro conversar c o ciclano da terra é plana, uma coisa óbvia q está errada, mas tenta contra argumentar... vai ver o monte de argumentos válidos q os sustentadores da teoria da terra plana tem... eu me divirto e uma pessoa achar q a gente está errada não tem problema e escutar o q ela tem a dizer a justificativa de porque para ela estou errada vai me dar mais sustentação p minha teoria ou me deixar pensativa... o q é bom... pq se fosse p decorar copiar e não para crescer e conhecer os conceitos eu não precisaria ter vindo aqui. e tu viu o português falando p ti, q gostou de como tu falou? isto não poderia servir p refletir? quando a menina falou do ecoturismo... eu achei ótimo... mas fortaleceu a minha ideia de o quanto isto é pouco... isso é um passo além da caridade... mas parece pouco... aí o fulano fala q temos q fazer contraposição a quem trabalha c a justiça... e pá isto é muito além do q eu faço... isso não trata só a doença isto vai na causa... não vai... eu fico pensando o q é o conceito de qualquer coisa p ele? p ti? p mim? p indio guarani? de direito? onde difere? pq queremos a mesma coisa, ou q o outro seja feliz, ou livre ou si mesmo e talvez o q queremos seja igual, mas mesmo assim diferente e a gente voltaria para aquela discussão a mesa c  a esfinge grega...

economia diversa x economia alternativa

Imagine!!!

 você pode!!!

hehe

UM coletivo: community economies

1. Growing a more diverse economy - Future of Work Commission 

A more diverse economy will be improve by Government, for example, should work in partnership across industry sectors – in particular the primary sector – to build high value exports, greater productivity, and better skills and wages.

pdf A Diverse Economy: Rethinking Economy and Economic Representationé o artigo do iceberg Gibson-Grahan

Our attempts to destabilize capitalocentrism have included a number of theoretical strategies:
1) deconstruction of familiar economic representations,

2) production of different
representations of economic identity, and 

3) development of different narratives of
economic development. p.2

deconstruct the dominant term,

Making capitalism different from itself p.4

we have been interested in mapping the multiple logics and registers of value that vie for preeminence within capitalist corporations :O:O hehe p.4

community economy in which decisions about commensurability, labor remuneration, and surplus labor production, appropriation and distribution are brought to the fore as ethical practices—practices through which selves,
communities, regions and societies are formed and sustained p.6

Diverse Economies - co-munity ou 45  paginas de pdf Gibson-Grahan

 We ask and try to answer a number of questions: how might we, as academic subjects, become open to possibility rather than limits on the possible?

What would it mean to view thinking and writing as productive ontological interventions? How can we see our choices of what to think about and how to think about it as ethical/political decisions? How do we actually go about performing new economies—what are some techniques and technologies of performance? And, finally, how can we participate in what’s happening on the ground from an academic location? p.3

with the goal of ‘understanding the world in order to change it p.4

anti-essentialist approachp.4

orientado ao conhecimento p.4

‘How can our work open up possibilities?’ ‘What kind of world do we want to participate in building?’ ‘What might be the effect of theorizing things this way rather than that?’p.4

revirada pos-estruturalista p.4

What is intriguing, however, is that ‘marginal’ economic practices and forms of enterprise are actually more prevalent, and account for more hours worked and/or more value produced, than the capitalist sector. p.7

If our goal as thinkers is the proliferation of different economies, we may need to adopt a different orientation toward theory p.11 igual o Boaventura hehe 

weak form of theory tão eu hahaha p.11

The practice of weak theorizing involves refusing to extend explanation too widely or deeply, refusing to know too much p.12?

The ‘facts’ produced by both these interventions are parts of ‘rival metrological projects’ that have the potential to bring another economy into being (Mitchell, 2007a: 4). p.17 os paises medindo horas trabalhadas de trabalhos não pago, autrália e reino unido

This shift relies on a reframed ontology of space and place:p.18

But we can choose to create new discourses and counter-technologies of economy and construct strategic forms of inter-place solidarity, bringing to the fore ways to make other worlds possible.muito loko p.19

In Capital Marx foregrounded capitalist class relations against a background of non-capitalist class processes.p.20

generate surplus and p.20maintain and expand the commons, so that community economies in which interdependence between people and environments is ethically negotiated can be recognizedp.21

He foregrounds the household caregiving and non-capitalist sectors of alternative medicine that play a major part in attending to the health of the nation and yet are rarely factored into possible solutions to the ‘crisis’ of the privatized capitalist health industry. po.21

Given that informal care will persist because people want to offer it p.21

a reframed ontology of becoming p.25

performing alternative economies?p.25

Within a few years a local industrial practice was projected to a global scale, transforming industrial planning and creating industrial clusters worldwide.p.26 exeplifica o casodas industrias de automoveis da italia e areplicação do modelo mundo afora, inclusive com exemplos de resolução não capitalista na Africa

The lessons for the diverse economies project seem to be that (1) the academy is a powerful place to be if we can mobilize our networks there and that (2) the development industry is not only what we are up against, but what we have to work with in creative ways. 28

A Postcapitalist Politics (2006). Community economies are simply economic spaces or networks in which relations of interdependence are democratically negotiated by participating individuals and organizations; they can be constituted at any scale,28

Perhaps the ‘closest to home’ action we have taken to foster the global performance of community economies is to cultivate ourselves as new kinds of academic subjects, open to techniques of ethical thinking that can elaborate a new economic ontologyp.29

 

 

 



 

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

textos: mondragon

Qual a política acoplada com mondragon?
Qual a política local/estadual/governamental para a manutenção? para o crescimento de Mondragon

Open admission
democratic organization
sovereignt of labor
instrumental and subordinated character of capital
self management
pay solidarity
group cooperation
social transformation
universality
education
management training

texto MO4
the chalenge for mondragon: searching for the coopeative values intimes of internationalization Ramon Flecha and Pun Ngai
to remain competitiviness in globalization market - worked coop are forced to expand dosmetic and internationally, in hope to maintain cooperative values  and do not negativelly affect enployes condition, in their new creat subsidiaries. p. 667
é o decimo grupo empresarial na espanha p.667
they also have non-coop in spain and abroad
literature of process of internationalization, coop contextualized, methodology, main findings core contradicitin, highligthexpansion of cooporate model CMM p.667
typically increase employment in the host countru, albeit under worse labor condition levy 2005, p.668
they have followed multi location strategy
have pursued some implementation strategy
maintain and creat employment in the local commmunity as in foreign ones p.668
shared ownership in non coop subsidiaries as a real step forward p.669
analised 5 ccop
mondragon 289 institution, 110 are coop, 147 are subsidiaries, benefit societs, umbrela org and international service, 70 mil in spain and 10 thousend abroad p.669
they want spread coop values for alll subsidiaries by developing participation mechanism similar of those in their coops p. 669
105 subsidiaries abroad, 59 in europe, 20 in americas, 23 in asia, 1 in australia p.670
the multilocation strategy is able to mantain and creat cooperative employment as non coop employment abroasp.670
os pesquisados e pesquisadores p.670
4 barreiras para as subsidiarias virarem cooperadas
1.PARA VIRAR COOPERATIVA A SUBSIDIARIA PRIMEIRO DEVE IR BEM ECONOMICAMENTE p.671
2.dificuldades legais nos paises receptores da subsidiariap.671
3.a cultura, a basca favorece os valores do cooperativismo?! p.672
4.controle sobre os investimentos
mixed coop
employs having votes rights
training in cooperative values
are a clear action to overcome barriers to expanding cooperative model, through combining the 3 levels of participation,
capital
profit
management
corporate management model CMM - 3 things to foster
coorporate development
self management
communicationp.676
the core issue becomes finding a balance between how to implement the parent cooperatives
the CMM as a model of representative democracy dentro da companhi, é aparentemente similar a outros sistemas de participacao em firmas capitalistas, entretanto sua presença é profundamente diferentep.678
we have discussed how these actions serve to contradiction insofar as they are attempt to ensure their presence of the coop principles and features in the nom coop subsidiaries p.679
will open up a n alternative managerial models, strategies, and actions for companies that want be competitive in international markets while strengthening transparency, democracy and solidarity. p. 680








Texto Mondragon MO3 EID
University of the Basque Country, Spain
Management trainings as a source of perceived competitive advantage: The mondragon cooperative group case
Imanol Basterretxea and Eneka Albizu 
valencia group
são as reuniões, cursos para  os da cooperativas e os outros para que se socializem com os valores da cooperativa
management trainings a factor in quality of business
attracting and retain good managers

qual o forte de mondragon?
por que mondragon persiste?
como replicar mondragon?
o que realmente importa em mondragon q causaria sucesso em qq outro conglomerado de cooperativas?

o artigo sobre mondragon
primeira percepção: importância do treinamento para o cooperativismo, para a função que exerce, para a profissão, p qq idade, cooperativismo trabalhado na ideia desde crianças

Mondragon surgiu na década de 70 pela mão do padre xx, depois de entrar em contato com a história de owen e das cooperativas e tal.
monfragon tem dez principios fundamentais
missão: porque existe e o q a empresa faz e para quem
visão: estabelecer perspectiva de longo prazo, aquilo que se quer para o futuro, sonho realista, quase um slogan meta, tipo: educação profissional para além da ampliação de renda

valores: éticos e morais -> guiam a conduta, suporte as formas de relacionamento

cooperação, participação, responsabilidade social, inovação
a gente não tem bem definido isso? ou tem>
cultura valores e ferramentas de gestão

prinípio educativo
texto MO2 não existe, mas como existe
MO 0
Enabling Ethical Economies: Cooperativism and Class J.K. GIBSON-GRAHAM Gibson two women
30mil cooperados, escola,universidade, centro de pesuisa, banco, previdênca e saúde, cooperativa com no máx 500 pessoas, ponto chave educação em economia solidaria e cooperativismo desde a infância e durante o trabalho.


texto MO1
learning from mondragon cooperative experience - willian foote white
Studies in Comparative International Development / Summer 1995
fail works cooperatives
- they do not have enough resourses : work, money, trademartket
-they workers take the income do note make TI or investiments
- They can fail by not have enough profits, just to grow to much can be overcom
mondragon reinvest they profit
controls is based on work not on capital

Airmwrdrarrieta: " I have no power" and this is true

Payment to enter, pay in rool
the profit distribution have work pay grad

two social invention
did not offer stock-> after decision
they split based xx and grade
assembly once a year
um conselho representa enquanto proprietarios e outro  enquanto trabalhadores, menos a cupula máxime, neste o conselho só representa-os como proprietários
social council and governing council

caja laboral
- investments
-saving particulares
- incubadora
1 kerlan - cooperativa de pesquisa

estudaram pela caja laboral -  a abertura da europa

diminuiram o poder de um individuo ou de uma única cooperativa
mudaram de social (geografico, grupo)baseado para economia baseada  (tecnologia ao mercado grupo)

- prevent from degenerative in private firm
- cooperative bank for finacial a thechnical assistance to creat anew cooperative
- educatiuon to cooperativew
- social council - members as workers
members as owners
but not ate higher level

Chapter IV. Accumulation and Full Employment in Market Socialism

H Flakierski - International Journal of Sociology, 1995 - Taylor & Francis
… Based on the Mondragon cooperative experiences, David Schweickart, in his book entitled
Against Capitalism, recommends the following accumula- tion system.14 As in the previous
models, investment on a macro level would be socially controlled …
Artigos relacionados

 

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

livros








Gibson Grahan
enabling ethical economies: cooperativism and

Reconhecer para libertar - Os caminhos do cosmopolitismo cultural - boaventura
316.42 rec 2004 c.3
316.334.3 rec

Quando os lobos uivam
8(2)-18-18-34 9 edição

Theory culture and society CDU 304 (5) , 316.2, 116.75 (05)

entre ser e estar: raízes, percursos e discursos dep 316 en 2002 c6 ces 7-75-b-1-8=> UC








Qual sai mais sangue? aqui o no gestão da território indígena?
pq neste aqui não é um conto é?
mas sai sangue sai
http://www.ces.uc.pt/catedracsh/?id=14954&id_lingua=1



















deixei para ler melhor o capitulo de identidade mais tarde...


os espelhos hehe
o senso comum crítico...


ficarei na vontade...








Eladio Guarani Kaiowá 06 de junho







terça-feira, 28 de novembro de 2017

visitado: Miro mais q um lugar








Miro Mais que um Lugar







 





seminários outubro novembro




Mariana e Marcelo Fiocruz





























Crise Ecológica e Conhecimentos Alternativos: construção de narrativas significativas em diálogo com o Povo Munduruku (Pará, BR)
Marcelo Firpo de Souza Porto
Marina Fasanello 15 de novembro de 2017, 15h00 Sala 1, CES | Alta

antropocentroxcapitalismo
crise ecologicaxepistemologia do sul
fazer f conhecer
arte como experiência
Paulo freire palavras e linguagens?
diferente    - socorro
a lenda das arvores?

escola granada historia, patrimonio cultural da humanidade
metáforas e encantamento
aqui pretende
pedagogia d imaginação, da criação
a canção da pessoa, conto inspirador
tradução intercultural a arte de contar história
polifonia -tradução intercultural
ecologia das vozes - não pode ser individual
algo partilhado
ecologia dos saberes
conhecimento científico
no grupo:

Begoña
incomensurabilidade - não podem ser descartar?

literatura brasileira /  um eixo - uma identidade nacional

eliane potiguara

quem faz a tradução méxico - central - agricultura
protegem dia e noite os dutos da termoelétrica
termo: água morta
mar tem a zona morta - baixo oxigênio




Maria Lucia e Sidney






















Sindicalismo, Política e Relações Sociais de Sexo/Gênero
Maria Lúcia Vannuchi
Sidney Jard da Silva
20 de outubro de 2017, 17h00
Sala Keynes, Faculdade de Economia da UC










Vitória Régia Izaú











Mulher e literatura - o sublime feminista - Rosane Cássia Kamita
Vitória soltando a música
O Sublime em Clarice Lispector: Uma leitura Crítico-Feminista
Rosana Cássia Kamita (UFSC/CAPES/CNPq)
18 de outubro de 2017, 17h00
Sala de Seminários do IENA (6.º piso), Faculdade de Letras da UC




Isabel Feliz e Ivone Gebara

O Avanço dos Conservadorismos Religiosos e a Democracia que Queremos
Isabel Felix
Ivone Gebara
10 de novembro de 2017, 16h30
Sala 1, CES | Alta
O que é conservadorismo?
conservadorismo religioso
democracia?
eu na forma do que não sou

o que é a democracia?
pessoas sem acesso à saúde à educação

esgotamento do que chamamos de democracia
terrocracia gaia <=> trocar a democracia

gaia
não há mais modelos

caminhante não há caminho

Timor: serve ele p ONU pensar em um modelo? protagonismo da população e fonte de rcursos petróleo

Entre o Estado e a Uma Lulik: espaços de identidade, poder e justiça em Timor-Leste
16 de novembro de 2017, 09h30 Sala 1, CES | Alta














Roda de conversa feminista
















«FaSinPat, Fábrica sin Pátron» de Daniele Incalcaterra
6 de novembro de 2017, 14h30
Sala 2, CES | Alta

Reflexões decoloniais sobre as cidades contemporâneas na ótica de pesquisadoras negras brasileiras
Cintia Ataliba Domingos
Mariana Panta
Vitória Régia Izaú
3 de novembro de 2017, 15h00
Sala 1, CES | Alta

Seminário
Ecologia de Saberes: ecologia, política, saúde e conhecimentos alternativos
Marcelo Firpo de Souza Porto (CES)
19 de outubro de 2017, 14h00
Sala T2, Dep. Arquitetura da UC






Serginho publicando capítulo de livro


Cintia soltando o verbo no rapp