quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Filmes - livrosque ficaram para ver

O psicopata americano
Meia noite em paris

sobre o uruguai
sobre as missões

ai ceus uais são os títulos

livro:
quando os lobos uivam
o povo da queda do céu

pela mão de alice
direito do oprimido - boaventura

conceituar:
nanoprodutor
nanoproduto

subalteridade - não gosto deste termo, para mim, pior que a palavra indígena

colonialismo amandio, silvis M, Moçambique, estudou em sao petersburgo

marxismos do sul
alteridade não é ouvido na história plural
maria paula, diferentes economias, diferentes temporalidades
moçambique, colonias de portugal são mrxistas leninlitas , nazifacismo, descolonização

blog
fetiches
- desenvolvimento
- crescimento
-inovação
- empreendedorismo

Stella Maris (estrla do mar hehe) Diversidade Cultural um capítulo em

Juruá Editora - Literatura dos Anos 90 - Diversidade Cultural e ...


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Boaventura sendo Boaventura


Boaventura Souza Santos:

"A esquerda que pensar que só existe política de classe está equivocada, a que pensar que não há política de classe está desarmada."



quatro principios par a democracia
direito
direito humano
direito à propriedade
?
linha abissal so invisível
epistemologia dp sul do norte
não humano
sub humano






consumo pertença psicológico
maria rita quel -> publicidade o mestre do goso


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

seminários, textos e vídeos na reta final



Seminário17 de janeiro de 2018, 17h00
Mercados populares e desafios para a economia – o caso da Feira de São Cristóvão - RJ
Cynthia Maciel Duarte (Doutoranda em Comunicação Social na PUCRio)
p ler Olhos d`agua - feira da troca
feira 07-23 Coimbra
feira do botânico
feira dos ciganos
turismo comunitário alternativo
política pública das feiras
fiscalização e política pública
aceitar e desenvolver os diferentes saberews 
etnometodology Harold Gafinkel
fluxo de pedestres (katwathan 2005)
formas de ignorar na multidão
q triste
tu vai usar este pesquisador para fazer tua pesquisa?
e as pessoas que sempre ou cristração
interconectividade
intitucionalizaçãop
feiras???
e a feira do ecosol
SM
andrew carlin, 2007laville economia plural
0? economia diversa

Seminário 11 de janeiro de 2018,
A Rede de Bancos de Leite Humano à luz da teoria dádiva: percurso e perspectivas para o novo milênio
Eliane Caldas Oliveira
João Aprígio Guerra de Almeida
Maria Amélia Cunha 

busca do conhecimento que seja efetivo, mais do que seja inédito! isso é pós colonial? pós moderno? 
Bruno Latour o frances
Princípio foi replicado nos movimento de iniciar o banco de leite ou posto de coleta, o principio, não o modelo

brasília tem autosuficiencia e ajuda do corpo de bombeiros e fundamentalmente uma cultura de amamaentação e do banco de leite
colaborar


«Tem que ser do nosso jeito»: a participação indígena na Política de Saúde Indígena no Brasil
Nayara Scalco (Doutoranda na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo)
5 de janeiro de 2018, 
em 88 teóricamente rompe com a politica integracionista e com a tutela
SUS passa de atendimento a trabalhadores para ser para os brasileiros

Indio genérico, construir o índio a partir do que se pensa dele
cai nas 5 ausências do boaventura

  21-12-2017    assistida em 12/02
Durante a conversa com Gladys Tzul Tzul sobre as terras e o trabalho comunais  emergeo tema das mulheres indígenas como um lugar, tanto para contestar o feminismo branco, quanto para reivindicar as solidariedades aprendidas na luta, de mais de 500 anos, pela terra e como estratégia para construir diferentes ideias de género e emancipação das mulheres.




terras comunais | trabalho | mulheres indígenas | feminismos | América Latina | lutas indígenas






Noção do trabalho  é central
do ser que trabalha ontologicamente
do trabalho que não é remunerado
trabalho que é comunitário/comunal
trabalho comunal é um indicativo de pertença, de integração a comunidade
palavras especifica para o trabalho em cada  idioma, em cada povo, o comum fato de que o trabalho comunal tem uma denominação especifica
noção de trabalho
noção de lazer
como?
fazer ser proporcionar estratégias políticas emancipatórias

trabalhos e decisões , quem trabalha toma decisão, quem não trabalha, não há no que decidir

trabalho comunal não está relacionado ao dinheiro, mas as tarefas comunais
lavores  q não se paga por eles c dinheiro
não mediados pelo dinheiro se tem noções concretas da medida do trabalho, se você tem um trabalho de cinco horas e faz em menos ou mais tempo, aquele trabalho é de cinco horas
qual a relação com o trabalho pago? teresa pergunta
coexistência das suas formas de trabalho
tradição de ser comerciante
- trabalho de reprodução
- duplo trabalho
       somando o produtivo ao reprodutivo
O que faz possível a vida?
                         o trabalho
                                   cozinhar
                                          limpar
                                              ...
trabalho tem nome como uma instituição real hahahahahah eu sei
há pago e não pago
Marx considera a atividade da mulher
mas dizem (teresa) não viu o trabalho na sua globalida , mas ssó o trabalho produtivo pago que 
texto: revolução feminista não acabada
patriarcado do salário
política de ser família
Mulheres
 há elas cabem as caixas pobre... sob o patriarcado, sem exercícico de autoridade, cabe apenas a vitimização
isto não bate c a realidade
pq?
estamos à frente dos movimewntos das resistência
tenho que produzir teóricamente uma resposta a isto, tudo o que não foi referenciado aqui foi falado por tzul tzul, mas faço questao de frizar esta fala: tenho que produzir teóricamente uma resposta a isto
sugere o texto: lá economia como política do segue e fala que serviu como energia para iniiciar




Seminário ECOSOL-CES 12/01
Resistir à barbárie que vem: experimentações cosmopolíticas de re-existência
Alyne Costa (Doutoranda PUC-Rio/FAPERJ) 
 Bárbarie 3 tipos
O pior e o horrível 
temos que continuar desenvolvendo
resignação com os problemas
modulo de gestão opera com a CRISE VIROU UM MÉTODO POLÍTICO

por que a barbári3e é uma bárbarie que vem

holoceno antropoceno
" a queda do céu"

Latur Bruno, o mesmo da Eliane
Bruno Latour  livros: jamais fomos modernos” e “políticas da natureza” filósofo antropólogo

jamais fomos modernos

politicas da natureza


Donna J Haraway feminist postmodern science technology feminism and sociologist
Cyborgs manifesto foi um ensaio ciência feminismo tecnologia e sociedade

O termo re-existência, comentado pela Begonia depois
Re-existir existir de forma a resistir
se abrir não somente aos humanos

Os Ricos não se importam mais em dizer que todo mundo consegue triunfar no capitalismo, falam abertamente que é uma defesa dos direitos deles, pré-existentes

O capitalismo tem o trabalho de disciplinar a vida que é algo não disciplinado

política de pertencimento ao ser humano

vários capitalismos, no brasil, em angola, na europa

Deleuze hahaha to fora filósofo Francês considera que os filósofos devem contruir conceitos
Corpo sem órgãos

focault - relações de poder, o poder não existe sozinho, ele existe nas relações entre as pessoas e sempre tem uma resistência.

conjuração a resistência
conjuração - evocação, conspiração, exorcismo hahahaha
índio pessoa

humanidade x cultura
colonização moderna
   fazer a pessoa pensar direta
     multiplosmundos

-equalização  
   dois diferentes
      são iguais
        dignidade ontológica

cosmopolítica
     maus hábitos modernos
     porque o medo de andar para trás????
      Eduardo Viveiros de Castro – Wikipédia, a enciclopédia livre
Vídeo: A morte como quase acontecimento.
Vídeo: Cara de índio – com Eduardo Viveiros de Castro

nos coletivos a resistência
                      cosmopolita
guerra metafisica       Metafísica – Wikipédia, a enciclopédia livre

 - ontologia expontânea do capitalismo

indio neste espaço

mulher trabalho com dupla jornada

natureza x cultura

liberdade x criação

antropocentrica

ilusão de libverdade: autonomia

o moderno como um astronauta no espaço, se sente livre, é? corta o cabo hahahahah

elite descobriu, já sabia em meados do século passado, agora não disfarça q não precisa q  o outro exista

  salvar a terra do capitalismo

-marx

-androceno

- materialismo histórico

- resistência civil

- classe

- construção, desconexão

léxico ecológico capitalista

não modernos índios, termo altamente criticado debatido nas arguições posteriores a apresentação

devir terraneos - partem da modernidade

- pensar outra forma de pensar

- criar novos tipos de resistencia porque se lutarmos do mesmo modo teremos as mesmas respostas , por exemplo 

diminuir a natalidade

- varios pais

adotar velhos

  e o dialogo? José pergundtou nas arguições, poderia ser usado, a pergunta... falou em tradução, a tradução +é uma saída

 homogenocentro - eu o epistemicidio do boaventura

onde o capitalismo se retirou, surgiram outras ou se encontram outras soluções, não monetárias, que funcionam, por exmplo, as caixas dagua usadas no nordeste, na seca brasileira

Luciane

engraçado...

domínio político o que é?

    precisa ser alargado

subalternos    habermas   zero

cacoete epistemológico precisa ser evitado

     por exmplo as outras logicas de parentesco, lembrei daqueles indios do norte que a Nayara falou, com multiplos pais para fortalecer a criança, durante a gravidez o semem de varios homens fortificam o bebe

não lembro se é filme ou livro:

 A vida oculta das coisas o que gostou, e do apudai a vida cultural das coisas

economia feminista => ecofeministo 

doméstico numa cisão com o econômico

relações do mercado 

 duas coisas é cisão moderna, protagonista da organização da vida material

índio: produção material

conectado com a vida

lugar das mulheres na economia

- no domestico é bem olhado

- mas, na reciprocidade e dádivanão é muito bem comentado 

o que pode ser uma abertura para se pensar a importancia

Begônia

enquadrar moderno e não moderno

- colocar os indígenas ali, não é legal fazer isso, seguir mais

- separar  zapastitas dos indigenas não é legal, e maior incomodo é ligá-los aos marxistas 

não gosta dos termos usados pelo Latour
re-existir são de comunidades indígenas Artur Escobar
livro Leads not to translation
e o pluriuniverso
josé
diálogo como resistência
praxilógico
aprximação com o outro, e o dialogo estabelecido, paulo freiriano
habernianismo
pessoas mudas ou semi-mudas
dificuldade de compreendewr os lugares onde estão
falta: diálogo - compreensão -  atitudes práticas
Alyne
reverbera
ressonancia
livro "conexões parciais"
riscos dos diálogos e traduções 
luciane
perigo da categorizaçãp
Henrique Dussel
destroi a ontologia
que potência tem o ente de ser? de elizabeth cordelia antropologa 
dona j haraway

 

 

 


 


 






segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Textos - Teresa Cunha

Cunha, Teresa; Lauris, Élida (2016), "À procura de um outro constitucionalismo económico: construindo a cidadania a partir de iniciativas de economia solidária e popular lideradas por mulheres do Sul", Sociologias, 18, 43, 150-175
 
Epistemologicamente as dicotomias se esvaem

demoliberal p.157
democracia deliberativa
não mercantilização
não rentabilidade das culturas bens e valores p.158
economismo no poder - 3 dimensões
-poder como autoridade coletiva partilhada
-autodeterminação como experiência coletiva
-dignidade como coexistência p.158
fazer quase tudo de outra maneira p.159
forma de trabalho não hierarquisada p.159
-aprendizado se transforma em sociabilidade de autoridade compartilhada
-processo coletivo transformadores p.160
subjetividades/sociabilidades
aprender na pratica
-confuso
-problematico
- ciou vinculos
projetos de autogestão com autogestão
as mulheres encontram espaços para serem reconhecidas p.160
produção do bem estar coletivo  p.160
sua capacidade de liderança não é capaz de fazer política pública, faz parte de um coletivo p.163
protagonismo e liderança p.164
economia pela troca e redistribuição
o poder aqui é energia, força, vitalidade que, compartilhado com o coletivo, se transforma em autoridade para se chegar a plenitude concreta dos bens comuns p.164
autodeterminação como experiência coletiva p.165
autodeterminação das mulheres
criam instrumentos
mecanismos
estratégias
metodologias
para jogar is seus papeis de articulação e autoridades
importância da firmeza, da diferenciação entre homens e mulheres pelo uso da calma, do tempo e das palavras p.167
assédio deve ser desmontado pq é um modo de te dirimir - ai como doi isso, ver que não é só contigo q estes absurdos acontecem, mas com muitas, e jogar faz parte da estratégia de poder, saco, por que por que POR QUE PQP
complexo manual de procedimentos que necessitam para que nada possa ser usado contra elas p.168
liderança q aprecia e diz prática
turar todas as diferenças e haver amor
sustentar e infraestruturar a vida é um trabalho produtivo e, por isso é de responsabilidade da família e do coletivo p.172
metanarrativa? dentro ou para além da narrativa
demoliberal? vertente do liberalismo do pos guerra, menos selvagem q o neoliberalismo, prevê força do estado no controle do mercado.

Todo o trabalho é produtivo:economias de abundância e da sobriedade em (RE)pensar a democracia www.obencomun.galfeminista pós-colonialista
Cunha, Teresa (2017), Todo o trabalho é produtivo: economias de abundância e da sobriedade, in Xoán Hermida (org.), [Re]Pensar a Democracia. Compostela: Obencomún, 101 - 134

Ufah ainda bem que tem o Anderson, porque digerir o que se encontra escrito na internet... ninguém merece!
pós-colonial? a venda do trabalho nas e pelas pessoas da antiga colonia
neocolonial? o mercado nas antigas colonias (j\a no século XVII e XIX
todo o trabalho é produção
tudo vira mercadoria => neocolonialismo
as outras economias p.107
pensamentos alternatovos de alternativas ( santos, menezes 2009)
SOCIOECONOMIA
profundamente imbricada entre os modos sociais de existir e organizar e distribuir recursos para todos p.108
conceito de pós-colonial p.109
teorizar de outro lugar ainda q contrarie pressupostos p108-109
multiplicidade e desordenamento de centros
imaginação sociológica p.109
patriarcado
colonialismo
capitalismo
entrada nas suas conversas, criando espaços de intercambio solidário c elas e praticando a humildade pascalina, são propostas epistemológica.

troika?
neo
pos
colonialismo
113-144 referencia a luciane
preço e valor são continuamente desconstruídospara que o acesso aos bens e rendimentos seja democratizado
distópico
capitalista p.120
decrescimento e pós-desenvolvimento
forma constelar de produção do conhecimento
constelar p.115
alforriadas ignorância e surdezes p.116
fronteira entre o formal e o informal p.118
abundância e sobriedade p.122
pergunta as mulheres
trabalha? qual a profissão
resposta
não, estou em casa ou no caso do brasil sou dona-de-casa hehe
economia da abundancia, continua a ser subproduto da exploração e desapropriação p.125
fala da justa tram 9referência sete)
justa trama.com.br
camiseta vai custar iguala umda de marca
bens e recursos nunca podem ser reduzidos a mercadoria p.127
sobriedade é uma condição que democratiza a democracia, pq nos grupos as decisões são partilhadas p.129
sobriedade é aplicada a justa medida das coisas, par que as pessoas vivam bem. p.129
politica reduz tributos
respeito não é obediência p.130
pos-colonialismo éas pessoas e suas terras
antropopoliocentrico
neo-colonialismo mercado

Cunha, Teresa (2015), Women InPower Women. Outras economias criadas e lideradas por mulheres no Sul não-imperial. Buenos Aires: CLACSO

Cunha, Teresa; de Sousa Santos, Boaventura (orgs.) (2015), Epistemologias do Sul. Aprendizagens globais Sul-Sul, Sul-Norte e Norte-Sul, Actas. Coimbra: Centro de Estudos Sociais



Cunha, Teresa (2016), O Xitique Delas e as iniciativas econômicas de mulheres em Moçambique, in Luiz Inácio Germany Gaiger; Aline Mendonça dos Santos (org.), SOLIDARIEDADE E ALTERNATIVAS SOCIAIS. TRAJETÓRIAS E EXPERIÊNCIAS. S. Leopoldo: UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

seminários dezembro janeiro

http://ces.uc.pt/en/agenda-noticias/agenda-de-eventos/2017/democracia-e-antidemocracia-no-brasil
12/12 as 15:30 democracia e abtidemocracia no Brasil movimento pendular Leonardo Avritzer (CES/UFMG)

11/12 17/30 Jean Ecosol

economia solidária e educação 

O desenvolvimento dos estudantes juntos aos cooperados na área de tecnologia 
Solidary Economy and Education: Institutions of Higher Education as spaces for the promotion of Social Responsibility
Jean Carlos Machado Alves (Doutorando Universidade Federal Fluminense-UFF/Niteroi-RJ)
December 11, 2017, 17h00
Room 2, CES | Alta
http://ces.uc.pt/en/agenda-noticias/agenda-de-eventos/2017/economia-solidaria-e-educacao

 “Repensar a Democracia” 
Luis Villares Naveira
Teresa Cunha
Xoán Hermida González
December 6, 2017, 17h30
Room 1, CES | Alta

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

meu seminário

lei da ES no brasil
a rede  da ES

introdução
 a educação profissional no IFs
A educação popular
concepção do curso
a problematização dos alunos
a situação de vulnerabilidade?
 -catador
- Iole                                        curso artesãs Iole
-Aldeia
- cuidador idoso

gestão da incubadora
-artigo e-ces
-aquele manual da incubadora

A incubadora popular e solidaria IFSC Araranguá
- falar do proninc

aprenda vagalume
- fala das políticas em ES
- fala do papel da incubadora na IES
as estratégias de incubação
frança filho
mondragon
qual a importância da educação para aeconomia solidária
projeto da incubadora
os vários tiposs de economia~
caetana de cali

nas discuções>:
potencialidades apontadas
-> realmente o início de curso com pessoas querendo participar de uma associação ou cooperativismo aumentam a inserção e o sucesso do curso
O salto profissionalizante foi dado, os estudantes estão usando seus conhecimentos e habilidades para realizar atividades para produzir e obter/ realizar atividades relativas a obtenção de artigos e serviços para a dádiva, reciprocidade, caridade e para a venda. o que falta é conseguir continuar, unir os egressos dentro da incxubadora para desenvolvimento pleno de uma associação7cooperativa.

a rede e o envolvimento a rede, as outras incubadoras, outras experiências
gestão da nossa incubadora
planejamento dos cursos
o caso do curso de artesãs7cuidador de idoso
- indices de politicas publicas
- os potencias
- as conversas c as alunas desde o princípio
- continuação c alunos indo ao curso da senaes

Politicamentepara ES são importantes para q ela se sobreponha, q não sucumba as formações
leis federais municipais apoio
- ES
- cooperativa
- educação popular
- educação profissional
- educação nos cursos superiores
- educação nos cursos superiores
- caso de mondragon c/ centro de treinamento e gestão em ES fora os demais cursos
- Neste ponto como gerar os princípios de gestão, as minôes, como abraçar mais gestores, profissionais na ITEPS.
-  josé roberto gestão em economia solidária

como formar os gestores e professores em economia solidária
mestrado em educação
mestrado em desenvolvimento sustentável UNESC

O que é a incubadora
qual a estratégia
se baseia em q?
Mondragon
Paulo Freire
França Filho

Politicas da ES
gestão da ESgestores
professores


formação dos professores
planejamento

 educação cooperativa
educação popular
economia solidária
estratégia didática de curso

outras experiencia PAEPS Furb

diretrizes como mobilizar apara a economia solidária

um problema
solução

a rede pode funcionar para o bem e para o mal?
foi nada disso
foi
 identidade, memória e modo de produzir indígena - guarani e wai wai

Mariza meu poço de aprendizado acho q tenho culpa no cartório adoro discutir e acabo provocando... faço isso pq assim aprendo mais dentre os debates c as ideias diferentes... Mariza, até os catedráticos tem divergências... o q vale é a sustentação das ideias, os argumentos utilizados... por isso adoro conversar c o ciclano da terra é plana, uma coisa óbvia q está errada, mas tenta contra argumentar... vai ver o monte de argumentos válidos q os sustentadores da teoria da terra plana tem... eu me divirto e uma pessoa achar q a gente está errada não tem problema e escutar o q ela tem a dizer a justificativa de porque para ela estou errada vai me dar mais sustentação p minha teoria ou me deixar pensativa... o q é bom... pq se fosse p decorar copiar e não para crescer e conhecer os conceitos eu não precisaria ter vindo aqui. e tu viu o português falando p ti, q gostou de como tu falou? isto não poderia servir p refletir? quando a menina falou do ecoturismo... eu achei ótimo... mas fortaleceu a minha ideia de o quanto isto é pouco... isso é um passo além da caridade... mas parece pouco... aí o fulano fala q temos q fazer contraposição a quem trabalha c a justiça... e pá isto é muito além do q eu faço... isso não trata só a doença isto vai na causa... não vai... eu fico pensando o q é o conceito de qualquer coisa p ele? p ti? p mim? p indio guarani? de direito? onde difere? pq queremos a mesma coisa, ou q o outro seja feliz, ou livre ou si mesmo e talvez o q queremos seja igual, mas mesmo assim diferente e a gente voltaria para aquela discussão a mesa c  a esfinge grega...

economia diversa x economia alternativa

Imagine!!!

 você pode!!!

hehe

UM coletivo: community economies

1. Growing a more diverse economy - Future of Work Commission 

A more diverse economy will be improve by Government, for example, should work in partnership across industry sectors – in particular the primary sector – to build high value exports, greater productivity, and better skills and wages.

pdf A Diverse Economy: Rethinking Economy and Economic Representationé o artigo do iceberg Gibson-Grahan

Our attempts to destabilize capitalocentrism have included a number of theoretical strategies:
1) deconstruction of familiar economic representations,

2) production of different
representations of economic identity, and 

3) development of different narratives of
economic development. p.2

deconstruct the dominant term,

Making capitalism different from itself p.4

we have been interested in mapping the multiple logics and registers of value that vie for preeminence within capitalist corporations :O:O hehe p.4

community economy in which decisions about commensurability, labor remuneration, and surplus labor production, appropriation and distribution are brought to the fore as ethical practices—practices through which selves,
communities, regions and societies are formed and sustained p.6

Diverse Economies - co-munity ou 45  paginas de pdf Gibson-Grahan

 We ask and try to answer a number of questions: how might we, as academic subjects, become open to possibility rather than limits on the possible?

What would it mean to view thinking and writing as productive ontological interventions? How can we see our choices of what to think about and how to think about it as ethical/political decisions? How do we actually go about performing new economies—what are some techniques and technologies of performance? And, finally, how can we participate in what’s happening on the ground from an academic location? p.3

with the goal of ‘understanding the world in order to change it p.4

anti-essentialist approachp.4

orientado ao conhecimento p.4

‘How can our work open up possibilities?’ ‘What kind of world do we want to participate in building?’ ‘What might be the effect of theorizing things this way rather than that?’p.4

revirada pos-estruturalista p.4

What is intriguing, however, is that ‘marginal’ economic practices and forms of enterprise are actually more prevalent, and account for more hours worked and/or more value produced, than the capitalist sector. p.7

If our goal as thinkers is the proliferation of different economies, we may need to adopt a different orientation toward theory p.11 igual o Boaventura hehe 

weak form of theory tão eu hahaha p.11

The practice of weak theorizing involves refusing to extend explanation too widely or deeply, refusing to know too much p.12?

The ‘facts’ produced by both these interventions are parts of ‘rival metrological projects’ that have the potential to bring another economy into being (Mitchell, 2007a: 4). p.17 os paises medindo horas trabalhadas de trabalhos não pago, autrália e reino unido

This shift relies on a reframed ontology of space and place:p.18

But we can choose to create new discourses and counter-technologies of economy and construct strategic forms of inter-place solidarity, bringing to the fore ways to make other worlds possible.muito loko p.19

In Capital Marx foregrounded capitalist class relations against a background of non-capitalist class processes.p.20

generate surplus and p.20maintain and expand the commons, so that community economies in which interdependence between people and environments is ethically negotiated can be recognizedp.21

He foregrounds the household caregiving and non-capitalist sectors of alternative medicine that play a major part in attending to the health of the nation and yet are rarely factored into possible solutions to the ‘crisis’ of the privatized capitalist health industry. po.21

Given that informal care will persist because people want to offer it p.21

a reframed ontology of becoming p.25

performing alternative economies?p.25

Within a few years a local industrial practice was projected to a global scale, transforming industrial planning and creating industrial clusters worldwide.p.26 exeplifica o casodas industrias de automoveis da italia e areplicação do modelo mundo afora, inclusive com exemplos de resolução não capitalista na Africa

The lessons for the diverse economies project seem to be that (1) the academy is a powerful place to be if we can mobilize our networks there and that (2) the development industry is not only what we are up against, but what we have to work with in creative ways. 28

A Postcapitalist Politics (2006). Community economies are simply economic spaces or networks in which relations of interdependence are democratically negotiated by participating individuals and organizations; they can be constituted at any scale,28

Perhaps the ‘closest to home’ action we have taken to foster the global performance of community economies is to cultivate ourselves as new kinds of academic subjects, open to techniques of ethical thinking that can elaborate a new economic ontologyp.29