sexta-feira, 24 de novembro de 2017

100 anos da revolução de outubro

http://ces.uc.pt/pt/agenda-noticias/agenda-de-eventos/2017/cem-anos-que-abalaram-o-mundo
super organizado Alexandra Pereira, Ines Costa e compania
tá pode dizer q eu venho pela comida... cafés amo e
por isso o fim da noite na janta com Ana Lucia





tem uma camiseta
la revolucion no Russa


Boaventura e suas duas palavras
democratizar a revolução 
revolucionar a democracia 
sempre
luta de classe racismo patriarcado
rule by law e rule of law
caqpitalismo colonialismo patriarcado 1919 - belgas conseguem sulfragio universal
se houver alternativa vai haver revolução, vai haver luta, vai haver acertos e o contexto vai dizer
diferentes democracias
dominação x hegemonia
dominação - cada vez mais ivisível , do poder é um droe
 hegemonia - guerras as ideias dos oprimidos sendo a adoção das ideias dos opressores
revoluçãoxdemocracia
rosa de luxemburgo -> recvolucionária democrática
liberdade é importante até mesmoe principalmente para os que pensam diferente de nós
pós-democracia
pós-verdade
possibilidade s desfiguradas
duplo constitucionalismo - nacionais-globais-tribunais arbitrários
democratizar a revolução
revolucionar a democracia
socialismo é uma armadilha branca - indios latino americanos
emancipação intelectual
luta de classe - racismo - patriarcado - opressão religiosa?
a esquerda contra a esquerda
devem polarizar cxom a direita
despolarizar c a squerda
instiucionalização do pardido diga não
democracia participativa - solução?
morr mais gente no brasil que na siria
esperança é preciso
esperança precisa ter alternativa


leninismo fraterno
gladys tzul tzul
transformar e conservar simultaneamente

depois a mesa com o josé neves adeus lenini
 


lenine superasção do capitalismo
lenim 1870
casa-carro-américa-pós-guerra
cultura identidade e poder
temos que lutar contra o pnsamento hegemonico

revolução x democracia


seminário: epistemologias do sul - arroz colaborativo

arroz colaborativo
há um sul
ir para o sul
aprender com o sul
reconhecer que há um sul e ir p o sul e aprender c o sul
produzir modos olhar viver conviver
permacultura
as trocas são fundamentais as pessoas mas não contribuem com o pib
noção de competitividade e não querem crescer? querem manter - crescer - concorrer - competir
não leem seu modo de vida
ideologia do crescimento
trabalhar metas
viver para aquilo

rendimentos monetários inferiores
produto colaborativo
os produtos falam

josé joão do sal
artesão social nano produtor nanolocais
nanoprodutor
me senti Macunaíma da nanotecnologia para a nanotecnologia social...

o autodenominado nanoprodutor vai pedindo p trazer os ingredientes do arroz e fazendo o arroz colaborativo, cada um chegava c o ingrediente q estava na sua cadeira quando chegou, tinha q falar dele e o cara do arroz ia linkando o dito c o novo/velho modo de vida colaborarivo, das aldeias. ao lado dele uma socióloga q decidiu viver na aldeia cultivar sua terra e tals muy lindo muy nós

e pensa num negócio gostoso...
arroz colaborativo conceito de atividade economica
ativo x inativo
ocuação x profissão
simbólico x material\como ler os mundos, como ler o silencio, pois o silêncio não é somente uma ausência de som



depois as contribuições dos presentes, cheio de latino-americanos hehe boaventura e a fala da Rita Serra é: Rita Serra e sua fala!
Marina Fipcruz por que o ces nasce em portugak
 o que é a guerra o boaventura pergunta para o lider de um acampamento em sao paulo, aqui na ocupação a guerra é a chuva q destrói todos os barracos
os brasileiros não desistem resistem
resistir sem perder a esperanca

intelectuais de retaguarda

não é possível arroz colaborativo (Rita Serra)
porque o anfitrião quer fazer o arroz
quando a colabora\ção não assegura que chegamos a um produto final

caminhadas micoecológicS
- ANFITRIÃO
- o político
- o visitante
- tem uma hierarquia
- tempo
-não tem carne

carne sinal de fartura
ausência de carne sentido de fome
não temos os mesmos conhecimentos, mas queremos compartilhar
\
nós acadêmicos somos produtores de que?
não tem sempre que haver uma troca

verde dever

comunismo de base
- as contas se pagam na eternidade
- não há espera de troca/reconhecimento

sem equivalência

fala da Rita
não há uma receita
- hierarquia
- co-presença -> e o mesmo nível
metodologia - não é para sempre
muda
auto reflexão

UPMS
transformações n ecologia de saberes
não despreza a ciênci
convivência das panelas
perigo de idealização do passado
vanguarda x retaguarda acadêmica
creatista
cuidado para ser o aglutinador -> cuidado para que há somente um que lidera-.supermercado da casa da esquina para produto com rosto

alguém q faça a ponte para que as pessoas falem entre elas

hehe



seminário supra sumo a prática c a teoria dos teóricos com os que vivem e teóricos viventes e pessoas viventes q estudam seu viver, o novo velho modo de conviver na aldeia
simplesmente show

divagando noarroz:
anotações perdidas:
nanoprodutor
mulher e o trabalho domésticopara os sensos nada faz, estatistica de , é doméstica ou desempregada
taxa de coupação
silêncio não é ausência de som, uma outra linguagem
conversas sem palavras para os nossos ouvidos de cientistas
passa de geração a geração as linguagens o conhecimento
alargar e henriq
político público
maior de todo o limite da ciência e o tempo
ecologia dos saberes, não despreza os saberem, mas a horizontalidade luta na retaguarda, constrói as mudanças sociais

contribuições do desenvolvimento possibilidade de escutra muita
prática colaborativa que pela primeira vez fez reunirem para pensarem no que fazer, depois induzir... mudançapara falarem em reunião na rede, as mulheres não iam a junta da freguesia tinha que um homem falar por elas,
conflitos e gente que não se falava
há pontes para que se falem entre si para expressarem suas diferenças
3 pescadores
3 restaurantes
colocou em colaboração


O lance do Macunaíma o nanoprodutor e eu
O nanoprodutor José João Rodrigues me faz entrar em mais um dos meus loopings, sqn
me senti Macunaíma da nanotecnologia para a nanotecnologia social, um cara que nasce no norte faz uma viagem ao sul e volta e morre no norte e p ele que não deixou ninguém, vira estrelinhas nos céus hehe
Bom, eu era da nanotecnolgia, ao menos minha tese foi hehe
e durante o doutorado eu comecei a estudar na educação tecnológica, no ifsc a educação profissional, o paulo freire, a educação popular, o empreendedorismo, o cooperaivismo, paul singer, a economia solidária, os projetos que trabalhamos, como as cuidadoreas de idosos artesãs e indios, entendendo o que é multicultura na prática e c Boaventura e agora no pós doutorado, venho buscar um embasamento teórico para trabalhar c aldeias e descubro as aldeias daqui, os baldios, a economia comunitária, a economia endógena e vejo que aumentar a circulação de bens e serviços numa comunidade, envolvendo ou não dinheiro, envolvendo dádiva e reciprocidade é uma senhora maneira que vem burlando o capitalismo por séculos e mostra, sem vergonha para priorizar ser feliz, porque este modo de vida sobreviveu aqui nestas aldeias, nos baldios, nas aldeias indigenas, nos quilombolas, faxinais e em tantos outros locais que é impossível não se dobrar a esta forma de saber viver, de produzir, distribuir, então: voltei a nanotecnologia hehe a nanotecnologia social. assim sendo nunca deixando de ser e indo e mudando e ficando e...

Seminário
Territórios que gritam | Outras economias, outras linguagens, outros saberes do interior centro de Portugal
23 de novembro de 2017, 14h30
Sala 1, CES | Alta

Resumo

A  tragédia trazida pelos incêndios este verão em Portugal revela, acima de tudo um país em que a falta de coesão territorial e económica é estrutural; onde os desequilíbrios e as faltas, de todos os tipos, perpassam a vida de quem ainda vive e deseja permanecer nesses territórios. Apesar de abandonados e tornados irrelevantes por políticas incapazes de os entender e de os valorizar, neles se continuam a produzir conhecimentos, saberes, economias, formas próprias de falar de si e de se compreender. É um Sul no Norte que continua a resistir de muitas maneiras e que grita, ainda que a maioria de nós não seja capaz de o ouvir.

Tendo como ponto de partida a premissa das Epistemologias do Sul que diz que não faltam alternativas no mundo; o que falta é um pensamento alternativo de alternativas, nesta oficina queremos fazer duas coisas. Por um lado, ouvir alguns dos gritos destes territórios colocando em diálogo diferentes saberes, quer académicos quer os forjados nas lutas locais por dignidade e reconhecimento. Por outro lado, queremos fazê-lo numa roda de conversa onde diferentes palavras, gestos, imagens, em outras linguagens se possam constituir.
Participam nesta Oficina, para começo de conversa as seguintes pessoas
- Vanessa Sousa. Moradora na aldeia de Campo Benfeito na Serra do Montemuro, ativista social, autarca, trabalhadora da Associação In Loco, doutoranda do Programa de Doutoramento Cidades e Culturas Urbanas e professora da Universidade do Algarve;
- José João Rodrigues. Artesão social, responsável pela articulação das Redes Colaborativas do Mondego de produção e comércio de circuitos curtos, nano-empresário de sal orgânico da Figueira da Foz, animador comunitário;
- Teresa Cunha, investigadora do CES, cocoordenadora do Programa de Investigação Epistemologias do Sul, ativista social.

Esta atividade integra-se no Ciclo de Seminários «Oficinas das Epistemologias do Sul», que decorre entre outubro de 2017 e junho de 2018


sábado, 26 de agosto de 2017

text: diverse Economies:Performative Practices for "other worlds" J.K.Gilbson-Graham

diverse Economies:Performative Practices for "other worlds" J.K.Gilbson-Graham

A new regime of accumulation appeared to be consolidating the hegemony of capitalist relations and all that we could hope for was a more efficient or humane capitalism - flexible specialization or blair's third way. p.2

plain people pessoas comuns

so me

we began to ask and epistemology could advance what we wanted to do in th world p.4

How can ou;.r work open us possibilities? what kind of world do we want to participate in building? what might be the effect of theorizing things this way rather that? These became the guiding questions of our research practice. p. 4

other economies

marginal economic practices and forms of enterprise are actually more prevalent, acount for more hours worked and more value produced, than capitalism sector. Most of them are globally extensive, and potentially have more impact on social well being  than capitalism does. p.7

number of local and complementary currency... In japan...an individual might care for his disable neighbor to earn credits that can be transferred electronically to his mother across the country, so that she can hire someone to care for her.

Provides a representation of an existing radically heterogeneous economy and theorizing economic dynamics ... it seems that we need to become new academic subject to be able to perform it. p.9

makes a condition of possibility of new economics becoming rather than a condition of their impossibility p.11

what if we ask theory instead to help us see opening to provide a space of freedon and possibiliy? p. 17

pay attention please

practice a weak form of theory
the practice of weak theorizing involves refusing to extend explanation too widely or deeply, refusing to know to much. p.11

a way of performing new worlds and discussed three orientations towards thinking, research and politics for tasks:
- a performative epistemology rather them a realistic or reflective one
- an ethical rather than a structural understanding of social determination
- an experimental rather than critical orientation to research p.31

we can perhaps more easily venture into research collaboration with research in the wild ( not academic, civil society, localities, government, movement and business) p. 32

wild research x plain people hehehe





texto: identidades esencialistas o construccion de identidades

Identidades esencialistas o construccion de identidades - El dilema de las socialistas afrodescendientes  - Ochy Curiel

feminista lesbiana e afrodescendiente p.2
 que hacer politico? p.2
Qual estratégia seria mais politicamente correta para não cair em existencialismos, para desconstruir papéis e estereótipos, posiciones dicotomicas, binarias impuestas pelo el patriarcado y al miesmo tiempo no me haga perder ciertas categorias politicas, muchas veces transgressoras y que contienen em si mismo elementos de identidade?p.2

Las aciones conteniedas en la politica de identidad van desde recrear elementos de la cultura africana hasta desarrollar espacios de reflexon done esa identidade "negra"sea reforzada e valorada positivamente con el propóstito de lograr una buena autoestima em las mujeres. p.1

La igualdadexla diferencia p.3
feminismo de la igualdade entar en los espacios de poder publico, la negociacion, el cambio de leyes p.3
minimizando as diferença de genero p.3
feministas liberais
feministas socialistas
feministas materialistas
ponto comum: anti patriarcado q postula diferencias sexuales que se assumian como biologicas e naturales p. 3

feminismo de la diferencia
contra el sujeto que se pretende universal: el masculino, hace un reconocimiento da feminidad p.4
feministas separatistas

qual é a identidade feminina?

feminismo lesbiano politica crítica a imposta heterosexualidade p.4


os que hace una mujer es una relácion específica com un hombre ... lo qual los hombres se apropian de las mujeres p.5 apud wittig 1980

paradigma identitário heterosexual...  es genero es un performance no una identidad  apud butler 2000 p.5

las identidades y sus dilemas en la acción poíticap.7

las identidades raciales p.7

las identidades son errores politicos en tanto no desenmascara las verdaderas causas de subordinacion p.7

apelar a la política de la identidade para muchas afrodescendientes es por tanto un acto político de resistência y muchas veces de transformácion p. 11

estratégia bastante utilizada por el movimientos es la folcloralización?  que podria definirse cmo una exposición de elementos materiales, espirituales y artísticos que dan cuenta de una parte importante de la cultura apud Galvám 2003 p.12

acaba con el racismo? p.12

recre la cultura pero no acaba con las desigualdades económicas, sociales y politicas que son frutos del racismo e la explotácion p.12



"La identidade es una estrategia, que tiene sus limites. Es el primer paso de afirmación de una acion politica, pero que en la utopía, es una cosa que es facista, como un nacionalismo, contrario a lo que queremos, es una transición, no para siempre"apud jurema wernec, del grupo criola de Brasil, 2003. p. 13

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

book: fear of small numbers - arjun appadurai

fear of small numbers - arjun appadurai
globalization expose severe patologies in the sacred ideologies of nation hoodp.1

war on terror p.1

is a fundamental, and dangerous, idea behind the very idea of the modern nation-satate, the idea of national ethos p.3

ethos - os costumes de um povo de um lugar

that is, they seek uncertainty by dismembering the suspect body, the body under suspection. p.5

relationship between globalization, uncertainty and incompleteness - allow us recogmize when the anxiety of incompleteness and unacceptable levels of uncertainty combine... p.9

distinction between cellular and vertebrate world system p.21

vertebra5e features of the nation-state system but also is the laboratory for new formas of cellularity, de-linkage, and local autonomy p.28

...adds to this logic the capacity to globalize through cellular organizationmp.32

link minorities with modern nation-state and the marginalization of the nation-state on globalization p.33

In the remaining countries of the world, the underdeveloped and the truly destitute ones, there is a double anxiety: fear of inclusion, on draconian terms, and fear of exclusion, for this seems like exclusion from history itself. p.37

Three factors make globalization difficult to understand in terms of market and state,
1. role of financial capital  it is faster, more multiplicative, more abstractm and more invasive of national economies than ever, your link loosenes with productive wealth
2. power of information revolution, ahead of protocolors of its regulations
3. whealth generation by eletronic finance markets making inccrease the gap between rich and poor people and also countries p. 37

market grow in intrastate versus  interstate violence p.40

world's biggest criminal and tyrants have learned the languages of democracy, dignity, and rights p.41

why are minorieties targets? p.43
antropological argument Mary Douglas that "dirt matter out of place" and that all moral and social taxonomies find abhorrent the items that blur their bondaries (1996). Minorities of the sort that have describeded - the infirm, the religiously deviant, the dissabled, the mobile, the illegal, and the unwelcome in the space of nation-state-blur the bondaries between "us" and "them", here and there, in and out,  health and unhealth, loyal and disloyal, need but unwelcome. This last binary is the key to the puzzle. p.44

and when they are poor, they are convenient symbols of the failure of many forms of development and welfare p.45

It is difficult to know who might emerge as the target minority, the ill fated stranger. In some case it seems obvious, in others less so. And that is because minorities are not born but made, historically speaking. In short, it is through specific choices and strategies, often of state elites or political leaders, that particular groups, who have stayed invisible, are rendered visible as minorities against whom campaigns of calumny can be unleashed, leading to explosions of ethnocide. so, rather than saying that minorities produce violence p.45 we could say that violence, especially at the national level, requires minorities. p.46

they are claims about cultural majorities that seek to be exclusively or axhaustively linked with th identity of the nation. p.52

why can small number excite range? Small numbers represent a tiny obstacle between majority and totality or total purity. p.53

Thus, the masses are always seen as the product and the basis of facism and totalitarism, both because of the sense of their being composed of nonindividuals(or individuals who had lost their mental capabilities to exercise their own rational interest) and of the sense of a collectivity orchestrade by force outside itself, such as a state, a dictator, or a myth which was not produced by the deliberative interaction between individuals. p.61

has much to do whith dissent and litle with differencep.63

dissent and difference incontemporary polities



The key word here is opinion, for procedural minorities are not cultural or social minorities, they are temporary minorities, minorities solely by and of opinion. p.63

nation-states had simultaneously negotiate two pressures: the pressure to open up they markets to foreign investment, commodities, and images and the pressure to manage the capacity of their own claims for cultural dignity and recognition. p.65










quinta-feira, 24 de agosto de 2017

livro: território indígena

livro: território indígena

Na cultura ancestral a estruturação familiar é patrilinear, na cidade devido as respostas as dificuldades vira matrilienar. A divisão do trabalho outrora era bem definida, agora as mulheres fazem o que chamam de caçada, uma coleta dos materiais na cidade para o feitio do artesanato. Não significa um rompimento com o modo de vida tradicional, mas uma ressignificação, uma adaptação a esse novo contexto cheios de incertezas p20

Os migrantes de aldeia mantém o vínculo de pertencimento, reconhecem sua cultura apesar de interagirem com a cultura ocidental, procuram não ser absorvido por essas apud Marshall p.29. Procuram por seus direitos, tentam reproduzir seu território, p.29 inclusive escola bilingue. Mesmo aqueles, que nascidos em comunidades urbanas, se descobrem indios na juventude,

assimilado x integração?


Caminhada guarani e kaiowá - Uel territorialidade e caminhada very good

livro